sábado, 30 de julho de 2011

Lágrimas


Sempre que o mundo é cruel,
árido e seco,
há em mim uma lágrima
que transborda para o papel.

Sempre que as pessoas são frias,
de sentimentos vazias,
depois de um bom livro ou filme,
há em mim uma lágrima incompreendida
que torna sublime
a alma comovida.

Sempre que me julgam sem razão,
opinam com palavras frias,
há em mim uma lágrima de compaixão
para com essas pessoas vazias.

Por isso mesmo,
a minha lágrima
é de pessoa sadia
de quem sente e tem coração.
Porque a quem não cai lágrima,
é apenas pedra fria,
onde nada nasce,
nada se cria,
tudo definha à sede de emoção.



3 comentários:

  1. PRECIOSO POEMA AMIGA, TE FELICITO!!

    UN ABRAZO INMENSO PARA TI...PAT

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  2. Olá,Célia!!

    Ah!Querida, que poesia linda e tão verdadeira!!
    Quem não se comove, tornou-se indiferente, não sente mais...isso é muito triste!
    Eu gosto de dizer o que sinto, de me expressar!
    Faz parte da vida!!
    Beijos
    Lindo sábado pra ti!

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  3. Maravilhosa poesia! Já em casa, vim desejar ótimas férias pra ti!beijos, tudo de bom por lá!chica

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