segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Recordações indistintas




Nas brumas da memória
dançam esqueletos de histórias antigas.
Cruzam-se fisionomias indistintas
traçadas a carvão em recordações de ardósia.
Ouço o seu canto,
longínquo canto perdido nas recordações,
vagueando sem ilusões
a ecoar no meu pranto.



9 comentários:

  1. São tantas as recordações, distintas ou apenas em brumas que passam pelas nossas mentes... Lindíssima tua poesia e inspiração! beijos,sempre bom te ver! Linda semana,chica

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  2. Recordações que nos povoam. Muitas gravadas na ardosia da escola mas muitas mais nos caminhos da nossa vida.

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  3. Oi Célia,
    O poema é lindo. Adoro poemas curtos e que dizem muito, como este.
    Beijos 1000, tenha uma semana maravilhosa.

    GOSTO DISTO!

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  4. Triste, muito triste, mas muito lindo.
    Escreves cada dia melhor!
    Beijo

    Se fosses minha vizinha terias aulas de tricô gratuitas.

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  5. Lindo, Célia.

    Há lembranças que mesmo sob profundas névoas insistem em permanecer no arquivo da memória.

    Beijo.

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  6. Lembranças indistintas às vezes são as que mais assustam. Belo poema. Parabéns pelo blog!

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  7. Bom dia,Querida Célia!!!

    Bela construção poética!!!
    Fiquei com saudades!Desculpe a demora...
    Beijos e meu carinho!!!

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  8. Minha querida

    Há lembranças que ficam apenas adormecidas num canto profundo da nossa alma.Como sempre adorei ler-te.


    Um beijinho com carinho
    Sonhadora

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  9. Gostei do poema e da certeza que as brumas...avivam as nossas memórias!!
    Mil beijos
    Graça

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