Histórias Soltas Presas Dentro de Mim

(imagem do google)

Sou pessimista. Sou. Porque não?
É mais fácil cair-me uma lágrima
do que conseguir que o coração sorria.
A tragédia acontece antes de ter acontecido,
sofro sempre por antecipação.
Antes de me esquecerem, sou ser esquecido,
tudo é areia que se esvai da mão.
O cair da noite é breu cerrado,
as certezas, mera ilusão,
Sinto o certo muitas vezes como errado,
sonhos são folhas caídas pelo chão.
Penso, pondero sempre em demasia,
desisto, não insisto no que me diz o coração,
Olho para os golpes da sorte como quem desconfia.
Sou assim. Pessimista. Porque não?
                                               Célia Gil

Este ano não tive propriamente férias. Passei uns dias no Porto, passando por Aveiro e, para a semana, irei passar mais uns dias a Lisboa. Mas aqui ficam algumas das fotos destes passeios:
A ria de Aveiro proporciona uns passeios agradáveis.

Em Miramar, em Gaia, apanhámos bom tempo e ainda fizemos uma manhã e tarde de praia. Até fui duas vezes à água, apesar de fria.

Um passeio pela Foz do Porto é sempre inspiradora, tem paisagens que relembram o cinemascópio.

Eu e o meu mais que tudo passeando pela rua de Cedofeita, no Porto, onde vivi durante os meus 5 anos de curso.

Eu e o meu mais que tudo em Aveiro.

De regresso a casa, o resto das férias foi passado entre a piscina do condomínio em que vivo, a horta e o finalizar das obras.

O resultado do telheiro que fizemos no exterior da casa, agora já fechado com vidraças.

Uma vista panorâmica da horta e do telheiro, que tem do lado direito uma casa de banho e do lado esquerdo um quarto de arrumos.

E quando não nos apetece ir à piscina, sempre nos podemos deitar nas espreguiçadeiras e ir arrefecendo no chuveiro.

Um lindo domingo!







(imagem do google)

Quedo-me no silêncio que jaz
nas horas repetidas,
cansada de jogar às escondidas
com um tempo que não volta atrás.

Apodera-se um desejo de mim,
formigueiro de sonhos impossíveis
de tornar imprevisíveis
o nascimento, a vida, o fim...

Tacteio a escuridão abismal
dos sonhos que não concretizei,
da juventude que não guardei
e que julguei ser intemporal.

O hoje entra então de repente
no palco quimérico da minha vida,
resgatando a esperança perdida,
dizendo-me: o agora é para sempre.
                                            Célia Gil




Em todas as esquinas,
em recantos resguardados e abandonados,
olhos sem vida seguem os nossos passos,
à espera de uma esmola…

Esses olhos esbugalhados
salientes num rosto semeado de ossos,
deixaram há muito de brilhar,
quando se apagou o facho dos sonhos,
se desfizeram as mais ínfimas ilusões.
Fica o vazio de um passado apagado,
o futuro é um beco de incertezas e deceções.

Olhos cansados de viver
suplicam o mínimo para sobreviver.
De tanto sofrer, aprenderam
a andar de mãos dadas com a dor,
aprenderam a lidar com o sofrer.

Os objetivos ficaram presos no passado.
O hoje é a ausência de tudo.
Resta a fome, o frio, a luta diária,
Mas o grito de revolta quedou-se, mudo.
Marginalizados, ocos de sentimentos,
cadáveres adiados, afundados na sua vida precária.

Quem foi, outrora, o ser por detrás dos olhos apagados?
Com certeza não este ser envelhecido,
este ser ignorado, fruto da sociedade umbilical
que o discrimina e o deixa esquecido,
qual resto servido a um animal,
só porque fraquejou perante a vida,
desistiu face às dificuldades,
não teve força para ultrapassar as maldades
de quem despreza a pessoa que se dá por vencida.


Finalmente um merecido descanso numas mini-férias rumo ao Porto! 



Pontuar a vida

Nem sempre pontuamos corretamente
os momentos da nossa vida.
Esta passa, inexorável,
vírgula após vírgula
em momentos que avançam
inexoravelmente ligados
às malhas do passado.

Impõem-se reticências
em atitudes impensadas,
realidades inacabadas,
dúvidas que ficam nas ausências.

Quantas vezes me interrogo numa afirmação,
confrontada com dúvidas assumidas como verdades?
Quantas outras exclamo sem razão
o que sei serem dúvidas nascidas das muitas ansiedades?

Mas, perante a hesitação das reticências,
a convicção das exclamações,
a dúvida das interrogações,
surge um travessão para acabar com as incoerências.

Inicio um diálogo para partilhar,
gritar ao mundo a minha dor,
manifestar, opinar, confidenciar
um pesadelo, uma fúria, um dissabor.

E nos meus momentos a sós comigo,
entro em grandes monólogos,
com as paredes do meu abrigo.

Nos momentos mais recônditos,
é o monólogo interior
que acalenta a mágoa e extravasa a dor.

Mas para quê tanto sofrimento,
se tudo termina com a morte
num irremediável ponto final?


Até ao regresso!





Quando olho no fundo do teu olhar,
Ele suga-me as forças que esmorecem
E todos os músculos me estremecem
Só por te ver, te querer, te desejar.

E quando sacias o meu amor,
Sinto-me plena, repleta de vida,
Recupero a energia perdida,
Encaro os problemas com mais fervor.

Só tu me elevas o ego abalado
Pelas contrariedades do mundo,
O ergues do seu ser desesperado.

Só tu lhe dás a mão para o levantar,
O libertas do triste ser imundo,
Fazendo-o novamente acreditar.




(imagem do google)

Perdi o meu sorriso,
não aquele que apenas me contrai os lábios.
Perdi o verdadeiro sorriso,
aquele que vem de dentro para fora,
que nascia no fundo do meu ser.

Procurei-o em todas as divisões da casa.
No quarto encontrei apenas emoções;
na sala, divagações;
na cozinha, recordações;
na varanda, contemplações.
Desisti de o procurar,
não estava à vista.
Perdi-o dentro de mim,
na camada mais secreta do meu ser,
no ventrículo mais fundo do meu coração,
escondido entre a emoção e a razão.

Quis resgatá-lo.
Era tarde, as mãos tremiam,
os gestos já não obedeciam
e o sorriso era falso.

No exterior ficaram sorrisos faciais:
o sorriso de troça,
o sorriso de condescendência,
o sorriso de deslumbre,
o sorriso de embaraço,
o sorriso amargo,
o sorriso humilde
e muitos, muitos sorrisos…

Mas o meu sorriso,
o que vem da alma,
ficou para sempre esquecido!
                                       Célia Gil


Dou comigo a decifrar minh'alma,
seguindo das palavras a pista oculta .
Algumas fazem-me perder a calma,
outras, dão-me paz, ainda que não absoluta.
Algumas reveladoras, outras disfarçadas.
Às vezes ponho-as na minha mão,
observo-as, como conchas fechadas,
tentando libertá-las da opressão.
Mas já me fogem, lânguidas, inatingíveis...
Corro em seu encalço, mas já exausta...
deito-me nelas, nas mais sensíveis,
nas que me acolhem com sua voz cauta.
Descanso então das canseiras diárias,
e invadem-me palavras, maliciosas,
torturantes e revolucionárias,
angustiantes, duras, pretensiosas.
Revolto-me em debates interiores,
afirmo, convicta, meus argumentos
Mas, perante elas em terrores,
perco a luta em todos os momentos.
Cansada acordo, cansada me deito,
perseguida por elas, falsa quimera.
Mas é nelas que sonho e me deleito,
com elas liberto-me do que me aterra,
com elas extravaso o que me vai no peito.
                                                        Célia Gil



(imagem do google)

Um dia deixarei de o ser,
por isso esta busca incessante do que sou
enquanto sou...
Quando deixar de o ser
ninguém mais me procurará,
serei apenas mais um ser a partir,
serei apenas cinza,
recordada ou esquecida,
nada mais...
Não me impeçam,
não tentem impedir-me!
Deixem-me percorrer o meu caminho.
Se tiver de errar,
deixem-me errar!
Se vaguear sem rumo certo,
deixem-me vaguear,
através de palavras
conexas ou desconexas,
mas que fazem parte do meu pensar.
Quero louvar o Sol, a Lua,
o Passado, a Realidade nua,
a Vida, a Poesia,
o Amor, a Ficção,
a Tristeza, a Emoção!
Quero viver plenamente,
continuar a beber
das Tágides a inspiração,
a escrever com o coração,
a libertar palavras fechadas em mim
e ansiosas por se espraiarem na folha em branco.
Porque, um dia,
não mais sairão...
levá-las-ei comigo
para o caixão.
                             Célia Gil


Resultado de imagem para deixar de pensar
(imagem de http://write-to-me.blogs.sapo.pt/1249.html)

Preciso deixar de pensar,
esconder-me das minhas ilusões,
deitar-me no meu bem-estar
e deixar-me de divagações.

Quanto mais penso no que sou
mais procuro o inconsciente,
sou um barco que naufragou
sem encontrar o Oriente.

Deito-me teluricamente,
aspirando o ar da terra,
quero paz para a mente
que a pensar está em guerra.

Quero voltar a ser criança,
não ter de me preocupar,
rumar em direcção à distância,
sem nada procurar.

Quero de mim me ausentar!
                               Célia Gil


Papel de Parede de Noite com lua cheia
(imagem do google)

Quando te vinha contemplar,
ó Lua esplendorosa,
na varanda de minha casa,
tu também me contemplavas
e, juntas, ficávamos
ouvindo a noite ressonar.
Contava-te as minhas histórias,
momentos da juventude
e, juntas, apreciávamos
todas essas memórias.
E, juntas, iluminávamos
a estrada que já aqui não passa.
E, noite após noite,
ali ficávamos…
                             Célia Gil



(imagem do google)

A noite cai sobre nós de mansinho.
No seu alforge traz a solidão
e quando o abre, assim, devagarinho,
espalha o seu breu em qualquer coração.

Os lábios fecham sorrisos diurnos,
os fantasmas do passado regressam
e dormem nos nossos sonhos noturnos
sem que a fé e a realidade os impeçam.

É aí que a solidão nos abraça
e se espalha nas paredes do lar.
O medo cresce, a coragem esvoaça,

as certezas dissolvem no ar.
A vontade, a solidão a enlaça
e só volta quando o dia raiar.
                                      Célia Gil

 Muito fáceis de fazer, ontem entretive-me e fiz estes queques para os filhotes. A receita:

ingredientes:
- 2 iogurtes naturais
- 500 gramas de açúcar
- 2 dl de óleo
- 6 ovos
- 500 gramas de farinha
- 1 colher de sopa de fermento
- sumo de 2 laranjas

Confeção:

Bate-se o iogurte com o açúcar e o óleo. Juntam-se os ovos e bate-se. Por fim, acrescenta-se a farinha, o fermento e o sumo de laranja.
Com uma colher de sopa, enchem-se formas de papel até meio, colocam-se nas formas de queques e vai ao forno a 180 graus até ficarem douradinhos por cima.



Fáceis e fofos. Guardados no frigorífico, agora no verão, são uma delícia.
Bom apetite!

Desta vez venho dar-vos conta das novidades na minha horta de brincar.
As alfaces, de várias qualidades, encontram-se viçosas e tenras.

Já comecei a colher pepinos, tenros e suculentos.

As couves coração

                   

As pencas


As ervas aromáticas parecem uma pequena selva viçosa.


Aqui estão algumas das ervas aromáticas devidamente etiquetadas para não me esquecer das respetivas designações.
As cebolas, já arranquei as primeiras, crescem a olhos vistos e as cenouras são ainda bebés.

Despontam as primeiras courgetes.

As malaguetas começam a ficar vermelhinhas.

A amoreira começou já a ficar com flor.


Todos os dias colho 3ou 4 morangos madurinhos.

Os pimentos estão quase no ponto.

Mais uma semana e os tomates estão maduros.

Já fiz uma sopa de feijão verde e continua a dar.

os melões, melancias e meloas estão floridos. Vamos ver se dão alguma coisa!

Além disto tudo, ando com obras, a colocar o pavimento na parte de trás da casa e a fazer uns anexos com barbecue. Quando estiver pronto mostro. Para já, só fiz ainda os canteiros de flores:


Dividi o canteiro em quatro, com várias flores e casca de pinheiro por cima da rede para não crescerem ervas daninhas.



Um pote antigo, que era da minha avó paterna, e numerado.

E já consigo regar tudo isto com a água do furo.
Boa semana!



Mensagens mais recentes Mensagens antigas Página inicial
Ver a versão para telemóvel

Sobre mim

Professora de português e professora bibliotecária, apaixonada pela leitura e pela escrita. Preza a família, a amizade, a sinceridade e a paz. Ama a natureza e aprecia as pequenas belezas com que ela nos presenteia todos os dias.

POSTS POPULARES

  • Nas mãos do destino
  • Poesia, a redescoberta dos sonhos
  • Histórias do vento
  • Viagem ao meu ser
  • Natas do céu

Arquivo

  • ▼  2026 (114)
    • ▼  setembro (2)
      • Quem Me Dera Ser Onda, Manuel Rui
      • Atos de Desobediência, Helena Magalhães
    • ►  agosto (16)
    • ►  julho (15)
    • ►  junho (16)
    • ►  maio (11)
    • ►  abril (16)
    • ►  março (12)
    • ►  fevereiro (14)
    • ►  janeiro (12)
  • ►  2025 (176)
    • ►  dezembro (14)
    • ►  novembro (11)
    • ►  outubro (13)
    • ►  setembro (13)
    • ►  agosto (19)
    • ►  julho (16)
    • ►  junho (16)
    • ►  maio (15)
    • ►  abril (12)
    • ►  março (19)
    • ►  fevereiro (11)
    • ►  janeiro (17)
  • ►  2024 (160)
    • ►  dezembro (7)
    • ►  novembro (17)
    • ►  outubro (13)
    • ►  setembro (12)
    • ►  agosto (18)
    • ►  julho (22)
    • ►  junho (20)
    • ►  maio (17)
    • ►  abril (7)
    • ►  março (9)
    • ►  fevereiro (10)
    • ►  janeiro (8)
  • ►  2023 (153)
    • ►  dezembro (18)
    • ►  novembro (13)
    • ►  outubro (12)
    • ►  setembro (7)
    • ►  agosto (20)
    • ►  julho (16)
    • ►  junho (12)
    • ►  maio (13)
    • ►  abril (9)
    • ►  março (10)
    • ►  fevereiro (11)
    • ►  janeiro (12)
  • ►  2022 (150)
    • ►  dezembro (13)
    • ►  novembro (9)
    • ►  outubro (15)
    • ►  setembro (13)
    • ►  agosto (17)
    • ►  julho (13)
    • ►  junho (13)
    • ►  maio (16)
    • ►  abril (14)
    • ►  março (9)
    • ►  fevereiro (7)
    • ►  janeiro (11)
  • ►  2021 (125)
    • ►  dezembro (9)
    • ►  novembro (4)
    • ►  outubro (8)
    • ►  setembro (15)
    • ►  agosto (20)
    • ►  julho (19)
    • ►  junho (13)
    • ►  maio (10)
    • ►  abril (6)
    • ►  março (6)
    • ►  fevereiro (6)
    • ►  janeiro (9)
  • ►  2020 (67)
    • ►  dezembro (5)
    • ►  novembro (5)
    • ►  outubro (5)
    • ►  setembro (5)
    • ►  agosto (11)
    • ►  julho (6)
    • ►  junho (6)
    • ►  maio (9)
    • ►  abril (3)
    • ►  março (4)
    • ►  fevereiro (5)
    • ►  janeiro (3)
  • ►  2019 (36)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  novembro (2)
    • ►  outubro (4)
    • ►  setembro (2)
    • ►  agosto (5)
    • ►  julho (3)
    • ►  maio (2)
    • ►  abril (7)
    • ►  março (3)
    • ►  fevereiro (5)
    • ►  janeiro (2)
  • ►  2018 (37)
    • ►  dezembro (4)
    • ►  novembro (1)
    • ►  outubro (4)
    • ►  setembro (2)
    • ►  agosto (2)
    • ►  julho (5)
    • ►  junho (4)
    • ►  maio (1)
    • ►  abril (4)
    • ►  março (3)
    • ►  fevereiro (3)
    • ►  janeiro (4)
  • ►  2017 (55)
    • ►  dezembro (2)
    • ►  novembro (4)
    • ►  outubro (9)
    • ►  setembro (10)
    • ►  agosto (8)
    • ►  julho (7)
    • ►  junho (5)
    • ►  maio (10)
  • ►  2015 (1)
    • ►  julho (1)
  • ►  2014 (9)
    • ►  junho (3)
    • ►  maio (1)
    • ►  abril (2)
    • ►  março (1)
    • ►  janeiro (2)
  • ►  2013 (34)
    • ►  dezembro (2)
    • ►  novembro (2)
    • ►  outubro (4)
    • ►  setembro (4)
    • ►  agosto (1)
    • ►  julho (2)
    • ►  junho (3)
    • ►  maio (3)
    • ►  abril (6)
    • ►  março (2)
    • ►  fevereiro (3)
    • ►  janeiro (2)
  • ►  2012 (102)
    • ►  dezembro (4)
    • ►  novembro (3)
    • ►  outubro (7)
    • ►  setembro (6)
    • ►  agosto (7)
    • ►  julho (12)
    • ►  junho (9)
    • ►  maio (10)
    • ►  abril (9)
    • ►  março (9)
    • ►  fevereiro (10)
    • ►  janeiro (16)
  • ►  2011 (279)
    • ►  dezembro (19)
    • ►  novembro (21)
    • ►  outubro (23)
    • ►  setembro (25)
    • ►  agosto (17)
    • ►  julho (36)
    • ►  junho (25)
    • ►  maio (29)
    • ►  abril (24)
    • ►  março (22)
    • ►  fevereiro (22)
    • ►  janeiro (16)
  • ►  2010 (25)
    • ►  dezembro (9)
    • ►  novembro (4)
    • ►  setembro (1)
    • ►  agosto (1)
    • ►  julho (3)
    • ►  junho (1)
    • ►  abril (2)
    • ►  março (4)

Citar textos deste blog

Para citar textos deste blog utilize o seguinte modelo:

Gil, Célia , (*ano*), *título do artigo*, in Histórias Soltas Presas dentro de Mim, *data dia, mês e ano*, *Endereço URL*

https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ - Esta licença permite que os reutilizadores copiem e distribuam o material em qualquer meio ou formato apenas de forma não adaptada, apenas para fins não comerciais e apenas enquanto a atribuição for dada ao criador.

O nosso Hulk (saudades)

O nosso Hulk (saudades)

O nosso cãozinho, o Dragão (saudades)

O nosso cãozinho, o Dragão (saudades)

O meu mais que tudo e eu

O meu mais que tudo e eu

O meu filho mais novo

O meu filho mais novo

O meu filho mais velho

O meu filho mais velho

Categorias

25 de Abril de 1974 5 500 anos Camões 1 acróstico 1 Agradecimento 1 banda desenhada 31 biografia 7 biografia romanceada 1 biologia 1 bullying 1 chaves da memória 4 cidadania 4 clássico 7 Conto 20 conto infantil 7 contos 6 Crónica 3 Crónicas 9 Daqui 1 Dedicatória 2 dissertação de mestrado 1 distopia 6 Divulgação 9 divulgação - leituras 948 divulgação de livros 921 escrita 1 espionagem 2 fábula 2 fantasia 11 ficção científica 1 gótico 1 halooween 1 higiene do sono 1 Hiroxima 1 histórias com vida 1 1 histórias com vida 3 1 Histórias com vida 7 1 Holocausto 16 homenagem 2 ilustração 4 LGBT 3 literatura brasileira 3 literatura de viagens 2 literatura portuguesa 6 livro 48 livro ilustrado 11 livro infantil 19 livro infanto-juvenil 15 magia 3 manga 1 mangá 2 memórias 9 motivação para a leitura 432 não ficção 4 Nobel 14 novela 1 novela gráfica 88 O Enigma mora cá dentro 2 opinião 896 opiniãooutono da vida 3 outono da vida 3 Outros 271 Paleta poética 5 pnl 6 poema declamado 9 poemas 402 Poesia 17 policial 11 pós 25 de Abril de 1974 1 prémio Leya 3 quadras ao gosto popular 1 realismo mágico 1 receitas 10 reedição 17 Reflexão 7 reflexões 26 relações humanas 8 releitura 2 resenha 324 romance 22 romance gráfico 13 romance histórico 15 soneto 29 sugestões de leitur 1 sugestões de leitura 838 terror 3 thriller 93 thriller de espionagem 2 thriller psicológico 19 trilogia 1 viagens 4

TOP POSTS (SEMPRE)

  • Histórias de embalar
  • Luta inglória
  • Conceitos invertidos
  • Querido Janota

Link de Afiliada Wook

Comprar na Wook

Ficção Literária Wook

Pesquisa neste blog

Seguidores

Visualizações

TOP POSTS (30 DIAS)

  • Nas mãos do destino
  • Poesia, a redescoberta dos sonhos
  • Histórias do vento
  • Viagem ao meu ser

Designed by OddThemes | Distributed By Gooyaabi