Montes, Raphael (2026). A Estranha na Cama. São Paulo: Companhia das Letras.
N.º de páginas: 304
Início da leitura: 10/10/2026
Fim da leitura: 12/10/2026
**SINOPSE**
"Depois de quinze anos juntos, um jovem e bem-sucedido casal decide apimentar a relação e convidar uma desconhecida para uma experiência sexual a três. O que deveria ser apenas uma noite de prazer acaba por seguir um rumo sombrio e inesperado.
Quando Laura Guimarães Prata chega à esquadra, escoltada por vários agentes da polícia e fugindo à curiosidade dos jornalistas, as suas roupas estão ensanguentadas. Ela não sabe o que aconteceu, mas não tem alternativa senão contar tudo o que viveu nas últimas semanas. Na sala ao lado, o seu marido, o criminalista Diego Guimarães Prata, também descreve os acontecimentos que levaram àquela noite de 21 de setembro…
Tudo começa com um ménage à trois.
Numa sexta-feira à noite, o casal recebe na sua casa em Ipanema, um dos bairros mais caros do Rio de Janeiro, uma estranha que havia conhecido numa aplicação de encontros. Quando a mulher sugere, por prazer, que a sufoquem, a diversão descontrola-se.
Desesperados, Laura e Diego tentam encobrir o que aconteceu, mas logo se veem enredados num jogo de mentiras e traições, e terão de fazer tudo para proteger a imagem e o legado que os Guimarães Prata tanto lutaram para construir.
Um thriller repleto de sensualidade e reviravoltas, de um dos grandes mestres do suspense."
Raphael Montes volta a mergulhar-nos num universo macabro, onde a inquietação e o desconforto fazem parte da experiência de leitura. Embora menos sangrento do que aquilo a que o autor já nos habituou, A Estranha na Cama não perde a capacidade de nos perturbar e de nos manter presos à narrativa.
É um livro que sabe jogar com as expetativas do leitor, conduzindo-nos por caminhos que nem sempre são aquilo que parecem. E, quando julgamos estar a perceber o rumo da história, somos confrontados com uma reviravolta que muda tudo.
Uma coisa é certa: o final é verdadeiramente surpreendente e dificilmente conseguimos antecipá-lo. Mais uma vez, Raphael Montes demonstra saber como desconcertar quem o lê, deixando-nos com aquela sensação de surpresa que só os melhores golpes narrativos conseguem provocar.
É um livro que sabe jogar com as expetativas do leitor, conduzindo-nos por caminhos que nem sempre são aquilo que parecem. E, quando julgamos estar a perceber o rumo da história, somos confrontados com uma reviravolta que muda tudo.
Uma coisa é certa: o final é verdadeiramente surpreendente e dificilmente conseguimos antecipá-lo. Mais uma vez, Raphael Montes demonstra saber como desconcertar quem o lê, deixando-nos com aquela sensação de surpresa que só os melhores golpes narrativos conseguem provocar.










