sábado, 23 de fevereiro de 2013

Escrita indelével

Resultado de imagem para naufrágio barco de papel
(imagem do google)

Não sei se o que sou persistirá
para além dos tempos na memória.
Ou se o meu barco naufragará,
abandonando simplesmente a história.

Não quero ser carvão que se apaga,
não quero ser a cinza que se desvanece,
não quero ser barco que naufraga
ou protagonizar um livro que se esquece.

Quero deixar marcados a tinta permanente
os sentimentos que o meu peito abraça.
Ficar, de alguma forma, para sempre
nos sonhos que a minha escrita traça.
                                              Célia Gil



9 comentários:

  1. Célia,

    E ficarás sim , através destas palavras que tão bem nos dás e deixas.

    Beijinhos

    Ana

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  2. Minha querida

    Os teus poemas e os sentimentos que neles deixas, vão ficar para sempre, mesmo depois da morte da poeta, eles estão cá.

    Um beijinho com carinho
    Sonhadora

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  3. Tua marca já está para sempre,podes crer. Linda poesia! beijos, ótimo domingo!chica

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  4. Oi Célia,
    O poema é lindo! Faço meus os seus desejos.
    Vida nova nesta semana novinha que está começando!
    Bjs

    SORTEIO DE UMA CHAPINHA NO GOSTO DISTO!

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  5. Olá, querida Célia
    Um coração que exprime sentimentos não morre apagado... deixa um rastro de amor...
    Bjm de paz e orante

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  6. Querida Amiga.
    Os seus poemas sempre me encantou
    com certeza permanecera para sempre em
    meu coração.
    e com certeza além da vida.
    Feliz semana beijos,Evanir.

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  7. Com certeza, estas marcas já existem e ficarão para sempre.
    Bela poema a expressar o desejo da poetisa.

    Beijo.

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