Finalmente, com as chamas mais controladas (esperemos que não haja mais incêndios), venho mostrar uma das belezas que a natureza proporciona em Portugal.
De Lagos à Ponta da Piedade, a natureza foi moldando rochas a seu belo prazer, criando formas incríveis, onde o dourado das rochas nas quais incide o sol ou o cinza contrastam e realçam um mar límpido, transparente, chegando a adquirir tonalidades azul turquesa ou verde esmeralda, quando o sol incide na areia e se projeta por baixo das rochas, num esplendor único e que vale a pena visitar.
Cada gruta é um mundo. Os barcos mais pequenos e os caiaques transportam os turistas numa visita que fica na memória e cuja beleza é difícil de reproduzir através das palavras.
Ao longo dos anos, este local tem instigado o imaginário dos pescadores, que foram dando nomes a cada uma das grutas e a cada figura que as rochas nos oferecem. E o certo é que realmente, se prestarmos atenção, conseguimos vislumbrar esse imaginário que se foi cultivando.
Passo a mostrar algumas das grutas e figuras nas rochas, entre as quais a garagem, a cozinha, a gruta do amor, a catedral, a gruta do Picasso (que Sophia de Mello Breyner Andresen gostava muito de visitar), o bolo de noiva, a caveira, o elefante, o Titanic, a garganta e tantas outras, onde ainda é possível ver o fundo do mar, os peixes...
De Lagos à Ponta da Piedade, a natureza foi moldando rochas a seu belo prazer, criando formas incríveis, onde o dourado das rochas nas quais incide o sol ou o cinza contrastam e realçam um mar límpido, transparente, chegando a adquirir tonalidades azul turquesa ou verde esmeralda, quando o sol incide na areia e se projeta por baixo das rochas, num esplendor único e que vale a pena visitar.
Cada gruta é um mundo. Os barcos mais pequenos e os caiaques transportam os turistas numa visita que fica na memória e cuja beleza é difícil de reproduzir através das palavras.
Ao longo dos anos, este local tem instigado o imaginário dos pescadores, que foram dando nomes a cada uma das grutas e a cada figura que as rochas nos oferecem. E o certo é que realmente, se prestarmos atenção, conseguimos vislumbrar esse imaginário que se foi cultivando.
Passo a mostrar algumas das grutas e figuras nas rochas, entre as quais a garagem, a cozinha, a gruta do amor, a catedral, a gruta do Picasso (que Sophia de Mello Breyner Andresen gostava muito de visitar), o bolo de noiva, a caveira, o elefante, o Titanic, a garganta e tantas outras, onde ainda é possível ver o fundo do mar, os peixes...
É ou não fantástico?





















