Histórias Soltas Presas Dentro de Mim
     Resultado de imagem para viver
            (imagem do google)

    Perdi a paciência para as pessoas sem escrúpulos, as pessoas que se dizem amigas e que, à primeira oportunidade, dão mostras de invejar tudo o que se tem ou se é.
          Perdi a paciência para as pessoas que são amigas quando se está apenas na mó de baixo e que mudam radicalmente quando se está bem ou muito bem.
          Perdi a paciência para conversas triviais, sem essência, sem núcleo.
          Perdi a paciência para reclamações sem sentido, por tudo e por nada, por banalidades.
          Perdi a paciência para as pessoas que passam a vida a queixar-se de qualquer ínfima contrariedade da vida, quando têm o que é essencial, a saúde.
          Perdi a paciência para pessoas aborrecidas, que passam a vida a falar em trabalho, a criticar os outros e não conseguem rir com uma piada.
          Nos limites da minha paciência, resta-me paciência para as crianças, para os idosos, para risos descontraídos, brincadeiras inofensivas, sorrisos sinceros...Para aproveitar a vida!
                                                                                                                          Célia Gil



          Encaro, por vezes, a vida como se tivesse acabado de nascer. Tudo me parece irreal, entre a ficção e a realidade, mas muito improvável. E sinto que os meus pés não estão fixos no chão. Pairam sobre uma plataforma de esponja irregular, que nem sempre sei contornar. As vozes que antes escutava ali, são agora vozes que se escutam ao longe, num eco que não consigo evitar. Vozes cujas mensagens não consigo ou não quero discernir. Vozes da razão, em gente que domina o mundo, que se sente segura de si, cheia de si, tão plena de si que os outros são meras partículas neste seu mundo.  Eu que me sinto ínfima partícula, deslocada deste mundo de heróis, só tenho vontade de voltar às origens, à infância, ao momento em que não precisava ser dona de nada, senhora de qualquer coisa, mas em que era verdadeiramente eu, na minha mais pura essência. Tão bom ser assim, sem precisar parecer! Tão feliz assim quando não me exigiam que fosse feliz! Tão eu!


Insatisfação (des)humana

Quem sou eu?
Quem nunca se questionou?
Quem nunca desejou
que o tempo voltasse atrás?

Todos pensamos e ponderamos
se escolhemos o melhor caminho,
a profissão certa,
a vida desejada…
Porque a vida desilude,
põe-nos a toda a hora à prova.
E se? E se?
Quantos ses na nossa vida…

O ser humano é assim,
um eterno insatisfeito!
Um pensador nato,
que perde tempo a interrogar-se,
passa a vida a lamentar-se,
os dias a desculpar-se
dos erros que não enfrenta,
das dificuldades que se lhe deparam.
Sempre com a alma iludida,
insatisfeito por profissão,
sem encontrar uma razão,
passa ao lado da vida.
                                       Célia Gil



Depois de tanto tempo sem aparecer, aqui estou eu, esperando que seja novamente para ficar. 
Primeiro foi o ano cansativo de trabalho que tive. Depois das férias, foi o ser confrontada com a possibilidade de ficar sem emprego... 
Só agora, já com algumas garantias, me senti com forças para regressar. 
Estive tão triste que nem escrever conseguia. Só espero que a inspiração não se tenha esvaído com a tristeza de sentir que o meu querido país sentiu, depois de 21 anos de trabalho, que não fazia falta e que podia perfeitamente ficar sem trabalho. É triste toda a situação, os mega-agrupamentos de escolas, em que é quase impossível a uma só direção manter um ensino personalizado e de qualidade. O que interessa é a quantidade que podem poupar. Então, junta-se uma panóplia de escolas e, consequentemente, reduzem-se assistentes operacionais, professores, as turmas aumentam, e as escolinhas quase caseiras que tínhamos tornam-se fábricas de alunos em que o que interessa verdadeiramente não são os alunos e sim a economia do país. Se é preciso uma injeção de capital no país, então por que não mandar para a rua milhares de funcionários? É este o país da treta em que agora estou, e é triste quando nos sentimos a mais na nossa escola, no nosso país, quando onde há realmente gente a mais é na política!
Na minha escola, que era uma escola básica de 2º e 3º ciclo, nunca tive horário zero. Na escola ao lado, a secundária, quase sempre houve dois horários zero no nosso grupo de português. Ao juntarem as escolas, a nossa ficou, evidentemente, prejudicada. É muito triste e injusto. 
Não sei é como conseguem dormir os nossos políticos sem se preocuparem com o facto de deixarem tanta gente sem emprego, nomeadamente famílias com filhos menores dependentes. Provavelmente, a instabilidade que os nossos filhos sentem em nós, ir-se-á refletir neles, e cedo começa a revolta, palavra que as crianças nem deviam conhecer, mas que muito novas vão descobrindo à força e com a política que temos. Onde está a esperança? Já não é possível às crianças de hoje viverem na ilusão das histórias de encantar, quando veem destruir todos os castelos em seu redor. É este o país/mundo que queremos? Mas é este o país/mundo que temos!

Desilusão

O que há em mim hoje
é a solidão existencial
que me deixa à deriva.
Procuro-me no vazio
e encontro o nada.

Há momentos na vida
em que somos soldados da paz,
espalhamos amor,
vivemos amizades,
partilhamos respeito,
proclamamos fé,
seguros de nós,
autoconfiantes.

As dúvidas derrubam-nos
as certezas que se tornam questionáveis.
Demoramos anos a acreditar
em coisas que, num minuto,
perdem a credibilidade.

Vem a ansiedade
semear na alma o desespero.
Vem a angústia
questionar a fé
e pô-la à prova.
Vem a desilusão,
qual vendaval,
levar o amor
soprando-o até ao abandono.
Vem a falsidade
qual sismo
abrir fundas fendas
no sentido
da própria vida.
Vem a insegurança
roubar a autoconfiança,
deixar o ser na solidão.
O ser antes confiante
é hoje alguém que jaz,
só, triste e errante.

E o soldado da paz
deposita as armas no chão,
cansado de lutar sozinho
por uma causa que cria nobre,
mas que não passa de causa vã.
                                     Célia Gil


                 Pátria morta

Quando penso no meu querido País,
relembro um passado vitorioso,
heróis com grandes feitos gloriosos,
construíram uma Pátria feliz.


Orgulho retratado n'Os Lusíadas 
pelo grandioso poeta Camões,
qual Nação escolhida que elegias
p'ra enaltecer a maior das Nações.


Mas os heróis caíram por terra,
rendidos numa nação sem esperança,
personagens de quem já nada espera.


Tão somente o desespero e a derrota
que levam ao crime e insegurança,
deixando-nos uma pátria morta!

                                     Célia Gil



     (imagem do google)

Desenho interrogações
no percurso incerto da existência.
E mil e uma questões
interrogam o meu cérebro cansado
de se procurar nos trilhos da essência.
O ontem é tatuado a frio,
doendo até ao hoje inseguro,
ameaçando um futuro incerto,
até deixar de haver certezas no horizonte.
O meu eu pequenino
encolhido, remetido às suas fraquezas,
inseguro, receoso, repleto de incertezas,
nem sempre encontra a paz desejada,
nem sempre encontra a calma ansiada.
A vida é uma batalha sem fim,
um jogo de desafios constante,
uma escada que nem sempre sobe,
um rio que nem sempre corre,
um frio que dói nos ossos da consciência,
a dor de um chão que nos foge com insistência.
Mas nós somos seres humanos
por isso continuamos...
                                             Célia Gil




Estende os teus braços,

amolecidos pelo tempo,
num abraço terno
que sufoca de amor.
Do sorriso rasgado,
imperceptível palavra
a aquecer o coração.
Assim quereria, mãe,
continuar a morar 
nos teus olhos,
continuar a ser
o mote do teu sorriso,
a estrela do teu dia a dia.
Só assim seríamos uma.
Fazes-me falta.
Deixaste um buraco
negro de saudade
a invadir-me o peito
e uma vontade indescritível
de ser abraçada por ti.
Saudade umbilical...
                          Célia Gil

Não tenho escrito muito, mas desta vez não por falta de tempo, mas porque tenho ocupado o meu tempo de outra forma. Finalmente acabou o trabalho e começaram as férias. E começaram em grande, com festas, piscina e ... nem tudo é bom... as limpezas gerais para fazer. Entretanto, sobra um tempinho para umas receitas. E é isso que hoje partilho. A receita dos mini palmiers e de uma sobremesa fresquinha.

Palmiers rápidos:

Muito fáceis. Comprei a massa congelada no Mini-preço - 3 embalagens, o que perfaz 6 placas de massa.
Em seguida, coloquei açúcar na bancada e estendi a massa com um rolo. Adicionei açúcar em cima e canela e comecei a dobrar a massa para dentro até chegar ao meio


Sobrepus e cortei.


Coloquei no tabuleiro e foi ao forno dourar.


E o resultado foi este:



Uns corações estaladiços!
E para ficarem mais gulosos, barrei alguns com ovos moles e calda de açúcar!


 Sobremesa fresca de fruta:

Segue-se uma sobremesa facílima.

Ingredientes:
2 pacotes de pudim boca doce - baunilha ou ananás
2 pacotes de natas
2 colheres de açúcar
1 lata de fruta em calda - pêssego ou ananás.
Canela para polvilhar.

Confeção:

Faz-se o pudim, seguindo as instruções da embalagem.
Deixa-se arrefecer.
Corta-se a fruta fininha e coloca-se uma camada por cima do pudim já frio e na taça em que vai ser servido.
Termina-se colocando as natas batidas com o açúcar por cima da fruta. Decora-se a gosto e vai para o frigorífico! Os meus ficaram assim (os morangos, amoras e framboesas são produção caseira):
Delicioso e fresquinho!


Para complementar, uns cogumelos biológicos com ovos mexidos!



                                                       Bom apetite e bom fim de semana!







                         (imagem do google)

Sento-me ao colo da noite
esperando que me embale.
Mas a noite é um cavalo louco
que cavalga pela mente adentro.

Entra pelas pálpebras semicerradas,
apodera-se do sossego aparente,
louca, livre, persistente...

Ficamos, assim, a sós, olhos nos olhos,
à espera que alguma desista.
Compinchas nas letras
que ela rouba às estrelas
para me oferecer.
                          Célia Gil

                      (imagem do google)

Mesmo quando a tua alma chora
um  sorriso quer colorir o teu rosto.
Mesmo quando uma ilusão vai embora,
vem novo sonho vencer o teu desgosto.
Mesmo quando a dor parece não ter fim,
a vida dá-nos comprimidos de humor.
Mesmo quando tenho pena de mim,
recebo a fé e a confiança com um louvor.

E porque a vida é esta roda viva
que gira em torno do futuro,
Ganho forças, não me dou por vencida
e transponho todo e qualquer muro.
                                          Célia Gil


(imagem do google)

Choro sem de chorar estar cansada,
choro por tudo e por nada.
Choro a cada nova alvorada,
choro como se chorar fosse nada.

E os meus olhos rasantes de água
parecem brilhantes de alegria.
Que são lágrimas, ninguém diria,
são presas contidas de mágoa.

Choro pelo mundo de hoje,
choro pela vida que não volta,
choro de raiva e de revolta,
choro pela alegria que foge.

Mas se chorar lava a alma,
quero chorar eternamente,
chorar hoje, amanhã e sempre,
e encontrar no choro a calma.
                                      Célia Gil



             (imagem do google)

O medo, a insegurança e o erro
são constantes na nossa vida,
pairam qual sombras do desterro,
deixam a alma desprotegida.

Sempre que a coragem dobra
a esquina da nossa existência,
surge o medo, que cobra
ou sugere a desistência.

Quando tomamos decisões
que nos pedem permanência
a insegurança dos corações
abala a nossa consciência.

Se pensamos que acertámos
em todas as escolhas feitas,
há sempre o erro que ignorámos
nas ilusões mais perfeitas.

Não deixes de acreditar,
sacode o erro, o medo e a insegurança.
Se caíres, faz por te levantar
qual Sísifo em eterna esperança.
                             Célia Gil

 
                          (imagem do google)


Fugi à intempérie da vida
aninhada em palavras de amor
que aqueceram a despedida
tornando mais leve a dor.
Palavras eu gritei
a pleno pulmão de uma folha de papel,
palavras que sussurrei
em literartura de cordel.
Expulsei-as da garganta,
não deixei que sufocassem,
aqueci-as com a esperança
e permiti que se libertassem.
Palavras loucas de dor
palavras sanas, insanas,
palavras amorosas de desamor,
palavras profundamente levianas.
Cuspi-as, esculpi-as  na folha em branco,
ainda quentes das lágrimas derramadas,
palavras de ternura e de pranto,
palavras roucas, inflamadas.
Palavras que me aninharão
até adormecer com a eternidade.
Palavras que ficarão
no recanto da saudade.
                                    Célia Gil


                     (imagem do google)
     Mote
Alegres manhãs
nas quais o sol brilha
manhãs que alimentam
nossa fantasia

    Voltas
Manhã, que me espreita
p'la janela aberta,
e assim me desperta,
assim me deleita.
Assim me sujeita
com o seu perfume
quando o quarto envolve
em doce queixume.

Sol, que me inebria
com seus raios cálidos,
ainda que pálidos,
são pura magia.
Pura fantasia
que sempre enternece,
a luz dos meus olhos
de tudo se esquece.
                   Célia Gil






                  (imagem do google)

O perfume das flores
entra-me pela janela dentro
sem pedir, vai ficando,
mistura-se com os cheiros da casa
tanto que sinto, quando desaparecem,
um vazio que nada preenche.
O meu olfato seletivo
fica ali quieto
à espera de receber o perfume
de uma flor que já murchou.
Do meu coração cai uma lágrima
ao contrair os olhos tristes.
Queria que a natureza fosse perene,
que o perfume das flores invadisse
para sempre o meu leito,
que as cores das flores
me inebriassem o olhar
em matizados de alegria.
Que os pássaros que pousam
no peitoril das janelas de casa
não deixassem de aparecer
para me congratular
por uma nova manhã.
Que todas esta fonte de inspiração
me pegasse na mão
para continuar a escrever
por tudo e por nada...
                               Célia Gil
(imagem do google)

Fecho as pálpebras ao mundo,
mas não as fecho aos sonhos.
Invadem-me histórias sem fundo,
extraordinárias, impressionantes.
Sinto-me uma pluma invisível
correndo de um lado para o outro
a uma velocidade incrível.
Reencontros, pesadelos, alegrias,
autênticos argumentos de filme
verdadeiros ou fantasias?
Decompomos a realidade
em ínfimos fragmentos
que juntamos com leviandade,
pedaços de vários momentos.
                                  Célia Gil
Hoje o sol brilha lá fora, apesar de um ventinho aborrecido. As árvores já têm flor e espreitam frutos envergonhados.
O limoeiro já tem flor e novos rebentos

 A macieira de bravo esmolfe com flor, o pessegueiro com uns frutos tímidos e a pereira de folhas ao vento.



A macieira e as mini cerejeiras em flor.

E, por falar em flor, as minhas flores estão bem bonitas:








 Enchem de cor os meus dias!

Agora, o novo membro da família, o Teco, um porquinho da índia amoroso:

Para terminar, deixo a receita de um bolo que fiz, super fácil e ótimo:


4 ovos
1 chávena de óleo
2 iogurtes naturais
1 copo de sumo de laranja natural
1 chávena e meia de farinha de trigo
1 colher de fermento
1 colher de essência de baunilha
1 chávena e meia de açúcar


Depois de juntar os ingredientes líquidos, adicionar os ovos um a um. Juntar os elementos sólidos.
Depois de ir ao forno, cerca de 50 minutos a 180 graus, fazer um glacé com duas claras e 250 gramas de açúcar em pó e barrar. Bom apetite!







(imagem do google)

Se na vida eu bebesse
sonhos como quem bebe água
talvez em todos houvesse
mais júbilo, menos mágoa.

Se o sol, raiando inseguro,
me desse um porto de abrigo,
o mundo diria ao escuro
"eu quero, eu posso, eu consigo!"

Se eu porventura alcançasse
tudo o que quero na vida
talvez nada mais restasse...
Dar-me-ia por vencida.
                                  Célia Gil





(imagem do google)

Vejo-te na extensão verde de um sofá
tricotando memórias de renda.
O teu ar sereno conta-me histórias
que eu bebo na minha sede de ti.

A minha mente, poderosa de imaginação,
transforma o sofá num campo verde
onde os cheiros concorrem
para o pódio da sedução.

E tu, impávida, de sorriso nos lábios,
enlaças a linha em rosas perfumadas
que estendes em tapetes de histórias
para que eu receba todas as personagens
diretamente no meu peito
e fiquem perpetuadas na memória.
                                                 Célia Gil

Resultado de imagem para vida
(imagem do google)

Em cada dia que passa sentimos necessidade de ir reaprendendo a viver, de encontrar novos objetivos, novas razões para existir ainda que seja ténue linha do nosso horizonte. Nem sempre é fácil, quando a alma chora, quando os lábios se cerram contrafeitos na ausência de um sorriso. É preciso então um grande esforço para recuperar e encontrar sentidos para a vida. Não é que não haja, há-os em tudo o que nos rodeia. É preciso é voltar a olhar para as coisas com olhos de poesia...
                                                                                                                                        Célia Gil
Hoje deixo novamente este meu poema. Estou a passar por um momento muito difícil e só me ocorre esta perda do sorriso. Tenho uma colega e amiga da escola internada e muito mal, devido a uma gripe. Uma bactéria alojou-se no cérebro e já teve três paragens cardíacas e várias tromboses cerebrais. Estão só à espera de doar os órgãos para desligar as máquinas. Tem 44 anos e tinha uma saúde de ferro. É muito difícil aceitar e digerir tudo isto!

À noite, acabou por falecer. Dia 23 foi o funeral. Deixou um filho de 13 anos. Até sempre amiga! Nunca serás esquecida! Ficarás para sempre nos nossos corações!
                                                                                                                      Célia Gil

(imagem do google)

Cai a noite,
que me toma nos braços 
a aquecer abraços.

sou ainda a criança com sonhos de oiro,
a preparar o puzzle da vida
em brincadeiras inocentes
com restos de sonhos recortados.

e, quando acordo,
continuo imóvel
à espera que as estrelas 
permaneçam no meu céu.
                           Célia Gil



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Sobre mim

Professora de português e professora bibliotecária, apaixonada pela leitura e pela escrita. Preza a família, a amizade, a sinceridade e a paz. Ama a natureza e aprecia as pequenas belezas com que ela nos presenteia todos os dias.

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O nosso Hulk (saudades)

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O nosso cãozinho, o Dragão (saudades)

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O meu mais que tudo e eu

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O meu filho mais novo

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O meu filho mais velho

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