quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Amor (quase) eterno

(imagem de psicologalu.blogspot.com)



O vosso amor era uma bela fonte

de águas límpidas e puras correntes,

de rancores e de infelicidade ausentes,

amor que contempla a dois o horizonte.



Os risos inebriam-me as lembranças,

os carinhos trocados eram puros,

livres de sentimentos mais escuros,

momentos de vitórias e de esperanças.



Mas tudo o que é puro não é eterno

e a sombra atravessou-vos o caminho,

breve em alegria, infinito inferno.



A separação urgia, com a morte

pronta a mudar e mexer no Destino,

p’ra vos roubar p’ra sempre amor tão forte.

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